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Pequenas empresas na Era Digital

1 nov

 

Após mais de duas décadas desde o surgimento da “World Wide Web – WWW”, a expansão da internet chegou a ponto de estar presente na vida de todos, direta ou indiretamente. E uma das vantagens disso é a possibilidade de pequenas e médias empresas (PMEs) terem um local onde poderão mostrar suas atividades e um canal de comunicação com seus clientes. Mas a maioria das empresas não têm dado a devida importância ao mundo virtual.

Uma pesquisa realizada no último mês de setembro mostrou que 78% das pequenas e médias empresas não possuem um site na internet. E dos 22% restantes, mais da metade dos sites não é adaptado a celulares e tablets. São números muito baixos, uma vez que as mídias sociais são importantes para qualquer negócio. E não é difícil entender o porquê.

Imagine que seu possível cliente está procurando por um produto ou serviço. Provavelmente ele utilizará um buscador como o Google ou Yahoo! para pesquisar o que necessita. Se sua empresa prestar o serviço que o possível cliente procura e ele não encontrá-la, provavelmente encontrará um concorrente no lugar.

Mas o processo inverso também pode ocorrer, onde seu possível cliente se interessa ao visualizar uma publicação sua em uma rede social, como o Facebook. E apesar das redes sociais estarem permitindo a inserção de cada vez mais informações sobre as empresas em suas plataformas, é importante que, se todas elas não puderem ser colocadas na rede social (o que ocorre na maioria das vezes), o cliente deve ser direcionado a um website.

Porém não basta apenas ter um site ou rede social. É preciso ter um bom conteúdo e um bom relacionamento com os clientes. Um site que não é responsivo ou não possui as informações que o cliente precisa, não vai atraí-lo a comprar seu produto. E uma página em rede social com avaliações negativas também pode afastar seus possíveis clientes.

A pesquisa também levantou que apenas 7% das PMEs fazem anúncios em mídias digitais, e que 49% destes anúncios são direcionados às redes sociais.

Com cada vez mais pessoas e empresas presentes na internet, fica mais difícil se destacar. Por isso, além de estar presente na rede e ter um bom conteúdo, é preciso ser visto. E os anúncios são uma boa opção para isso, pois fazem com que seu site ou sua postagem sejam visualizados por muitas pessoas.

Os anúncios online tem uma vantagem sobre os anúncios tradicionais: a grande capacidade de mensurar resultados. Por exemplo, não há como saber com exatidão quantas pessoas visualizaram um outdoor ou ouviram uma propaganda no rádio. Mas na internet é possível saber quantas pessoas viram, quantas clicaram no anúncio e quantas interagiram com a publicação, e com isso descobrir o perfil de seus clientes.

Se a sua empresa não está presente nas mídias digitais, é importante que você reveja as estratégias de marketing do seu negócio e invista em mídia digital, pois certamente será um ponto positivo para o seu negócio.

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Referências:

Pequenas empresas ainda ignoram anúncios na web

O valor da simplicidade em um website

14 mar

Até o final da última década era comum encontrarmos websites multicoloridos, com recursos visuais carregados para chamar a atenção do leitor. Além disso, os recursos gráficos da tecnologia dos websites não eram avançados como atualmente, e eram limitadas as opções para explorar o design de um website.

Porém hoje em dia, este estilo visual não agrada mais os usuários. Cada vez mais o design minimalista está tomando conta não só dos websites, mas de todos os materiais publicitários, rótulos de produtos, interfaces gráficas, etc., e a expressão “menos é mais” define muito bem esta tendência.

A simplicidade de um website está em aliar o design minimalista a informações curtas e objetivas, que levem o visitante a encontrar o que procura rapidamente, além de proporcionar um conforto visual para a leitura do site, sem esquecer da importância da responsividade para a adaptação de leitura em diferentes dispositivos.

Mais que uma tendência, simplicidade é uma das palavras-chave para a harmonia dos elementos visuais que compõem a comunicação de vários tipos de negócio, principalmente em mídias onde a concorrência visual é grande. É pelo conjunto da obra que sua empresa irá se destacar das demais, mas é com uma identidade visual simples e direta que seu website vai fazer seu visitante retornar a ele.

Dia do Profissional de T.I.

19 out

Antes de sair por aí comemorando o seu dia, saiba que tipo de profissional de T.I. é você:

O Sopa de Letrinhas

É aquele movido a siglas, que já incorporou seus certificados ao próprio nome. “Meu nome é Fulano MCP ITIL PMP de Tal”. Típico sujeito que trabalha “by the book”, e que quando aparece um problema não previsto no manual, simplesmente trava e não sabe o que fazer, e quando vai falar com o cliente o deixa confuso com sua linguagem secreta.

O Revolucionário

Profissional alternativo, que adora aquela tecnologia obscura que ninguém além dele e do inventor ouviu falar. Normalmente fala mal de metodologias clássicas e funcionais, dizendo que o método XPTO que ele conhece é bem melhor. Quando pedem para que ele explique o método, ele diz que é complicado demais para os outros entenderem. Normalmente o cliente não consegue diálogo com ele, pois não são do mesmo planeta.

O Neco

Este vem com nome e sobrenome. O profissional Neco Migo Não é aquele que simplesmente aplica o efeito Matrix nos problemas. Quando surge uma situação desfavorável ou uma cobrança ele simplesmente se joga de costas e deixa o problema esbarrar no próximo. E sempre a culpa é do cliente.

O Pogueiro

O contrário do Neco. Profissional certificado na metodologia POG (Programação Orientada a Gambiarra) que adora dar um “jeitinho” nos problemas encontrados no projeto, normalmente à custa de performance ou prazos de entrega. Costuma ser bastante solícito (“deixa comigo!”), mas não exija muita qualidade. O cliente adora sua velocidade, mas odeia suas entregas.

O Hardy

“Ó vida, ó azar!”. Alguém se lembra da hiena Hardy, dos desenhos da Hanna Barbera? Para este profissional, o mundo está contra ele, o chefe o está perseguindo, se bobear até o cozinheiro do restaurante está cuspindo na comida dele. Não consegue ouvir o cliente, este é que tem que ser seu confessor.

O Marqueteiro

Este é perigoso. Faz questão de frisar sua participação decisiva em caso de sucesso do projeto, ou se disfarça de Neco quando a bomba estoura. A sabedoria antiga diz que “quem sabe fazer não precisa falar”, mas ele nunca ouviu essa frase. Costuma encantar o cliente até a primeira falha de entrega.

O Dr. Octopus

Tem vários braços, faz questão de assumir todas as tarefas que aparecem, e normalmente não consegue dar conta de nenhuma com qualidade. Vive reclamando que está ocupado demais. Quando acha tempo pra falar com o cliente, mistura as ordens.

O Social

Normalmente vem com um acessório – um iPhone ou algo que o valha – que o permite ficar 24 horas conectado às suas redes sociais. Quando se depara com um bloqueio de navegação entra em colapso. Adiciona o cliente no <coloque a rede social aqui> para poder conversar com ele, mesmo que este esteja a duas mesas do seu lugar.

O Pegador

Não pode ver o sexo oposto na frente que parte pra cima. É um profissional tentador: Ele tenta, tenta, tenta e quase nunca consegue, mas na sala do cafezinho ele saiu até com a VP da empresa. E ela pagou a conta. Se o cliente for do sexo oposto, vai detestá-lo. Se for do mesmo sexo, também.

O Ultratech

Não perde uma novidade: foi um dos primeiros a comprar um Palm, e dormiu na frente da loja da Apple no dia antes do lançamento do iPad. Se algum dia conseguirem viabilizar um ciborgue, ele vai estar na primeira fila de transplante. Ainda não conseguiu falar com o cliente porque ainda não desenvolveram uma interface neural – um cabo ligando os dois cérebros – eficiente.

E aí, se identificou com algum? Brincadeiras à parte, é sempre bom ficar atento ao que acontece na organização onde você trabalha e com a imagem que as pessoas estão tendo de você enquanto profissional.

Lembre-se: mudar para melhor pode te levar ao sucesso muito antes do que você imagina. Portanto, parabéns pelo seu dia e viva a Tecnologia da Informação.

Fonte: tiespecialistas.com.br